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aventuras de alice no país das maravilhas

Alice: edição comemorativa 150 anos reúne em um só volume as duas obras mais emblemáticas de Lewis Carroll com duas capas especiais! Basta virar o livro para ler ora Alice no País das Maravilhas ora Através do espelho e o que Alice encontrou por lá! O livro traz texto integral em excelente tradução de Maria Luiza Borges, vencedora do Prêmio Jabuti, e publicada nas duas edições de Alice na coleção Clássicos Zahar. O projeto gráfico tem acabamento luxuoso – capa dura e tecido na lombada –, e ilustrações de uma especialista no mundo de Alice: Adriana Peliano, artista plástica e presidente da Sociedade Lewis Carroll do Brasil, que desenvolveu fascinantes colagens a partir dos originais de John Tenniel.

a música moderna

Começando no limiar da era moderna, com L’Après-Midi d’un Faune de Debussy e as sinfonias de Mahler, Paul Griffiths segue as novas direções da música através de compositores como Stravinsky e Satie, Alban Berg e Anton Webern, Charles Ives, Edgar Varèse e Olivier Messiaen, Stockhausen e Boulez. As várias trajetórias tornam-se claras com o foco nos principais trabalhos e momentos da música de nosso tempo: a nova força rítmica vinda com A Sagração da Primavera, o ilimitado universo da atonalidade de Schoenberg, as possibilidades nem sequer sonhadas abertas pela eletrônica, o papel do acaso na música de John Cage.

o misantropo

Considerada um dos pontos mais altos da obra de Molière, O misantropo tem impecável tradução de Barbara Heliodora.

Encenada pela primeira vez em 1666, a peça narra as dificuldades sociais de Alceste, um cavalheiro do século XVII extremamente crítico da hipocrisia e da falsidade dos modos elogiosos e educados da corte de Luís XIV, e apaixonado por Célimène, uma coquete que se deixa cortejar por outros homens e se entedia profundamente com as convenções e obrigações da sociedade da época. O “embate” entre os dois, personalidades muito diferentes, é contado em cinco atos, com as falas compostas em versos alexandrinos.

hamlet ou amleto?

O premiado escritor Rodrigo Lacerda faz uma adaptação que não apenas reconta a história do príncipe Hamlet, tal qual Shakespeare a escreveu, mas põe o jovem leitor curioso (e também o adulto preguiçoso) em contato direto com a força de sua poesia dramática.

cartas iluministas

Durante sua longa vida, Voltaire correspondeu-se compulsivamente com uma ampla e variada rede de pessoas. Além da obra filosófica, literária e científica, deixou cerca de 17 mil cartas. Esse volume reúne mais de 150 destas cartas. O homem que reflete o seu século e os que estariam por vir, Voltaire mostra-se ora informal e pessoal – quando recomenda um amigo para um emprego ou se queixa de suas mazelas físicas -, ora respeitoso, mas irônico, oferecendo conselhos literários a Frederico II ou discutindo verbetes da Enciclopédia com os colegas Diderot e d’’Alembert. Ora veemente e inflexível – nos duelos com seu desafeto Jean-Jacques Rousseau -, ora apenas pragmático, negociando preços de terras ou tentando vender relógios suíços a Catarina da Rússia… Cartas iluministas inclui ainda a célebre resposta de Rousseau e a tréplica de Voltaire sobre os benefícios e o valor da civilização e da literatura. Além de descobrir detalhes sobre os pensamentos e a vida de Voltaire, ler esses relatos é uma forma também de acompanhar a grande revolução iluminista, da qual o autor foi um dos mais lúcidos articuladores.

amor & capital

A biógrafa Mary Gabriel faz um mergulho profundo numa faceta pouco estudada da vida de Karl Marx: o lado humano e familiar do homem cujas obras redefiniram o mundo.

Aliando o contexto histórico-político da Europa do séc. XIX, a autora revela aspectos da vida pessoal, como a influência de Jenny von Westphalen, que se casou com Marx quando ele ainda era apenas um jovem promissor. Ao longo de décadas de luta, o amor de Jenny por Karl seria sempre testado, enquanto ela esperava que o marido terminasse sua obra-prima, O capital. A narrativa se estende ao longo de décadas por Londres, Paris, Bruxelas e Berlim, revela as sementes das revoluções e do amor que uniu um homem e uma mulher no meio do turbilhão da história.

sem medo de errar

Ao contrário do ditado popular que diz ser errando que se aprende, somos frequentemente punidos quando falhamos, e isso nos faz evitar riscos e desafios. Depois de cometer um engano em sua coluna no New York Times e ficar mal por isso, Alina Tugend resolveu pesquisar essa tensão entre o que nos é dito e a realidade. Em Sem medo de errar, a jornalista mostra que quando reconhecemos um erro, identificamos sua causa e o aceitamos em vez de negá-lo, podemos melhorar a nós mesmos, assim como nossas relações profissionais e pessoais.

adolescente

Angústia, tristeza, revolta, orgulho e medo são alguns dos sentimentos típicos da adolescência e não saber expressá-los é um dos principais dilemas dessa fase. O renomado psicanalista e psiquiatra J-D. Nasio apresenta numerosos conselhos sobre o que se deve – e o que não deve – fazer para ajudar o adolescente a seguir em busca do amadurecimento e explica o que acontece durante essa misteriosa e contraditória fase da vida.

o rei da vodca

Piotr Smirnov era um servo em uma pequena aldeia russa do século XIX, mas conseguiu se libertar e construir um verdadeiro império da vodca. Com tino excepcional para os negócios e criador de estratégias de marketing absolutamente originais, aproveitou uma época de ouro na política russa, tornou seu produto popular e disseminou a marca internacionalmente. Do glamour da corte do czar aos famosos martínis dos filmes de James Bond, passando pela Revolução Bolchevique, essa é a atribulada e emocionante história de um homem e uma bebida.

uma história comestível da humanidade

O que as batatas têm a ver com a Revolução Industrial? Como o cravo e a canela ajudaram a descobrir o Brasil? O autor do best-seller História do mundo em 6 copos, Tom Standage, conta a história da humanidade de modo inusitado: através da comida. Usando os alimentos como chave para o passado, revela como impulsionaram grandes conquistas e também grandes desastres, como guerras e fomes coletivas. Desde o surgimento da agricultura, há milhares de anos, a comida determinou estruturas sociais e divisões de classe, e chegou mesmo a traçar a forma atual do mapa-múndi.

anne frank

Como a vida e a morte de uma adolescente podem representar o sofrimento e a coragem de milhões de pessoas? Por que suas palavras continuam inspirando tanta gente – e continuamsendo proibidas em tantos lugares?A crítica literária Francine Prose acompanha a trajetória do diário – desde sua criação, no sótão onde Anne e a família se esconderam dos nazistas, até as polêmicas que cercam suas adaptações e sua autenticidade.

o melhor cérebro da sua vida

Com o aumento da expectativa de vida, as pesquisas se voltaram para um período até então ignorado da existência: a meia-idade. A jornalista Barbara Strauch resolveu investigar a fundo como fica o cérebro humano nesse estágio da vida. Sabemos que esse é o momento em que os nomes parecem fugir da memória, em que não se sabe mais onde ficou guardada a chave do carro e o que se comeu no café da manhã. Mas será que a meia-idade é sinônimo de declínio para todos os aspectos do cérebro humano? Do ponto de vista da neurociência, será que todos, de pouquinho em pouquinho, vamos perdendo o juízo? A autora baseou-se nos mais recentes estudos e foi ao encontro de pesquisadores de ponta — de neurocientistas a sociólogos e psicólogos — para descobrir o quanto subestimamos o cérebro da meia-idade e revelar o que podemos fazer para mantê-lo em forma.

o valor de nada

A frase do escritor Oscar Wilde resume com precisão o status da sociedade de consumo nos dias atuais. Jornais, revistas e TV reproduzem à exaustão slogans como “quer pagar quanto?” e “não tem preço”. Mas, afinal, o que determina o preço das coisas? Raj Patel foi em busca da resposta e investigou o que está por trás dos preços. Original, bem-fundamentado e best-seller no New York Times, esse livro revela o verdadeiro preço que a sociedade paga pelo que consome, e demonstra as perigosas consequências da propagada liberdade de consumo.

cronologiadamoda

Da minissaia ao tênis, do chapéu-coco ao pretinho básico. A autora traça um panorama da história da moda desde o final do século XVIII, com as criações ousadas que exibia a rainha Maria Antonieta, até os dias de hoje, se arriscando, inclusive, a apostar nos tecidos e tendências que vão estar em voga em 2020.

Nessa passarela organizada de forma cronológica desfilam todas as grandes criações de alta-costura e prêt-à-porter, com o perfil dos principais costureiros e designers, como Chanel, Dior e Alexander McQueen, por exemplo. E a autora explora também a moda de rua e as personalidades que influenciaram a forma de vestir e agir no mundo. O cobiçado figurino das moças de Sex and the city, as influências de Audrey Hepburn, Madonna e até a moda que exala a modelo brasileira Gisele Bündchen.