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sobre-viventes!

Aqui os viventes têm nome e rosto. São fortes e não são puros. Ambíguos e negros. Não se explicam para o mundo e não pedem licença. É presença, não modelo! Existem por si mesmos. Não sobrevivem, são viventes! Combatem, não lacrimejam. Muito mais do que a ironia, presente na maioria das crônicas, há uma fúria que atravessa suas páginas.

saber do negro

No mundo de Caitlin, tudo é preto e branco. Qualquer coisa entre um e outro dá uma baita sensação de recreio no estômago e a obriga a fazer bicho de pelúcia. É isso que seu irmão, Devon, sempre tentou explicar às pessoas. Mas agora, depois do dia em que a vida desmoronou, seu pai, devastado, chora muito sem saber ao certo como lidar com isso. Ela quer ajudar o pai – a si mesma e todos a sua volta –, mas, sendo uma menina de dez anos de idade, autista, portadora da Síndrome de Asperger, ela não sabe como captar o sentido. Caitlin, que não gosta de olhar para a pessoa nem que invadam seu espaço pessoal, se volta, então, para os livros e dicionários, que considera fáceis por estarem repletos de fatos, preto no branco.

satigui kouyaté

A partir de duas oficinas ministradas por Sotigui Kouyaté no Rio de Janeiro, o autor inicia uma pesquisa com o objetivo de investigar como o artista pode atuar num mundo cada vez mais globalizado sem perder a sua singularidade, que é exatamente o que o distingue e pode tornar sua abordagem tão especial.

ação afirmativa em questão

Resultado do seminário Ação afirmativa em perspectiva comparada, realizado na PUC-Rio, em junho de 2012. Esse evento teve como motivação a apresentação dos resultados finais da pesquisa Monitoramento e acompanhamento das políticas de ação afirmativa nas universidades públicas brasileiras. A apresentação da pesquisa representou a discussão brasileira na comparação feita durante dois dias de intensos debates e contou com a participação de três acadêmicos que discutiram a questão da ação afirmativa em seus países: Estados Unidos, África do Sul e França.