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Globo Livros

grande sertão: veredas

Nova edição do clássico do século XX adaptado para os quadrinhos chega pela Globo Livros Graphic. Com roteiro do ilustrador, artista plástico e diretor de cinema Eloar Guazzelli e arte de Rodrigo Rosa, o livro, que venceu o troféu HQ Mix 2015 de melhor adaptação para os quadrinhos, respeita o texto original de Guimarães Rosa, preservando a linguagem do autor mineiro, traço que o distingue como um dos maiores escritores brasileiros.

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Como tratar uma figura histórica que sempre despertou tantas paixões e ódios? Um homem inteligente, curioso e ressentido que apaziguou os ânimos de um país ainda em convulsões por causa da Revolução de 1789, criou leis modernas e ambicionou uma Europa unida sob a bandeira do Império Francês. Em ‘Napoleão’, o biógrafo André Maurois apresenta a complexidade do imperador apresentando sua personalidade, seus acertos e erros.

luisa

Maria Adelaide Amaral já era dramaturga e havia recebido três prêmios Molière quando estreou como romancista com Luísa (quase uma história de amor). Sucesso imediato de público e crítica, o livro foi vencedor do Prêmio Jabuti de melhor romance de 1986 e consolidou a autora como sagaz observadora dos anseios, desventuras e inquietações de toda uma geração, que migrou da juventude para a maturidade nas décadas de 1960 e 1970.

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Em 1919, a Conferência de Paz de Paris reuniu 32 nações em torno da elaboração do acordo que deveria ser o marco de encerramento da Primeira Guerra Mundial – e, na visão triunfalista de alguns, o fim de qualquer possibilidade de novo conflito da mesma proporção. O resultado foi um dos maiores equívocos diplomáticos de todos os tempos. O tratado de Versalhes, que supostamente viria a pacificar o mundo, acabou por se tornar a semente de uma violência ainda maior, criando condições para a ascensão do nazismo na Alemanha e a eclosão da Segunda Guerra Mundial, apenas vinte anos mais tarde.

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Como um império tão grande, que comandou mais de 15 milhões de pessoas, perdeu seu poder? Como sempre acontece, e Palmer discorre sobre isso, o Império Otomano semeou as tempestades que acabariam por destruí-lo. Uma delas foi o fato de terem fechado a passagem terrestre para as especiarias orientais, o que fez Portugal e Espanha ‘descobrirem’ a América.

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A imagem mais recorrente de Winston Churchill (1874-1965) nos livros de história e em documentários televisivos mostra o inglês com pouco mais de sessenta anos e um eterno charuto no canto da boca. Parece até que ele nunca foi de outro jeito. Michael Shelden, autor de biografias de escritores como George Orwell, Graham Greene e Mark Twain, trata em Churchill, o jovem titã justamente de um período pouco conhecido de sua vida: a juventude e o início da carreira política na virada do século XIX para o XX.

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O historiador John Lewis Gaddis é uma das maiores autoridade em Guerra Fria dos Estados Unidos. Para compreender o tema, aprofundou-se no pensamento de um dos primeiros diplomatas a se interessar a fundo pela União Soviética e a recomendar que os EUA tivessem uma postura vigilante em relação ao país: George F. Kennan.

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O livro de Olson aborda a complexa costura de alianças entre os Estados Unidos e a Inglaterra a partir das relações entre o primeiro-ministro inglês Winston Churchill e os americanos Edward R. Murrow (jornalista), W. Averel Harriman (empresário) e John Gilbert Winant (embaixador). Política intimidade, interesses pessoais, idealismo… em tempos de guerra, tudo se mescla com mais força.