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Férias e pré-Carnaval, mas é tempo de se atualizar

Por Clara Wardi

O curso de Formação de Editores é oportunidade para se capacitar em conteúdo editorial, desenvolver habilidades textuais, saber de tendências e dar um up grade no currículo

Quando entrei para a graduação de Jornalismo na ECO/UFRJ, em 2014, percebi que a vida profissional era bem diferente do que imaginava. Descobri que a faculdade nos dá apenas um norte do cenário profissional e uma preparação básica para experiências no ramo. Na vida universitária, o lance é aproveitar o tempo livre para investir na carreira profissional. Cursos livres durante as férias ajudam a ficar por dentro das tendências do setor, dar um up no currículo e fazer contatos profissionais.

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Desenvolver expertises em conteúdo

Estabelecer diálogos com profissionais experientes é uma boa maneira de se perceber, se lapidar e, de quebra, otimizar o tempo ocioso. O curso Formação de Editores, ministrado pela Michelle Strzoda, da Equipe Babilonia, preenche o espaço que a nossa formação universitária tem dificuldade de chegar e é um catalisador para quem já está no mercado, mas precisa daquele empurrãozinho e se atualizar.

Em um sábado intenso de debates e interações dinâmicas, com cases nacionais e do exterior (yes!), debates e diagnósticos sobre experiências de mercado, o curso sugere conteúdos sob diferentes perspectivas.

O objetivo é aprimorar os participantes na área de conteúdo, com destaque para as expertises essenciais a quem precisa dar conta dos mais diversos tipos de materiais editoriais: editores, jornalistas, blogueiros, escritores, tradutores, revisores, profissionais de marketing, entre outros.

Por dentro da Babilonia

Conheci a Babilonia folheando a revista Piauí – para onde a empresa presta serviço de… conteúdo. Fui navegar nas redes sociais babilônicas e, num belo dia, vi que tinha aberto vaga de estágio. Enviei meu currículo segura de que era um lugar que gostaria de trabalhar: valoriza cultura, tem design inovador, é completa em suas atividades e ainda trabalha com quem anda escrevendo coisa boa aqui e agora. Fui contratada. \o/\o/\o/

Além desses pontos, as orientações que recebo me ajudam a desenvolver mais autonomia para elaborar projetos pessoais. No meu caso, como estudante de Jornalismo, saber trabalhar com as palavras é essencial. No dia a dia, percebo que mexer com conteúdo é estar por dentro de todas as condições que envolvem o material editorial. É saber dos autores, ideias, termômetro do mercado, assuntos em debate, relevância social, cultural e econômica. Esses conhecimentos aplicados em livros, revistas e até de postagens em blogs e redes sociais são um aprendizado que, por exemplo, o curso oferece.

Parodiando uma música do Gil, pode ser interessante estar nem tanto de férias assim e construir as próprias trilhas na produção de conteúdo. Se você é apaixonado por texto, por ideias, livros e personagens, como eu, vem com a gente.

Clara Wardi

É estudante de Jornalismo da ECO|UFRJ e pesquisadora na área de sociologia e comunicação. Fez intercâmbio social para a Colômbia, onde trabalhou na Fundação Formar Estructuras dando aulas de cultura brasileira para crianças e debatendo empoderamento feminino com suas mães. Integra o coletivo carioca Feminicidade e colabora para a revista “Viração” e Agência Jovem de Notícias.

Apaixonada pela cultura brasileira, tem um caso sério com a literatura e música dessa terra, além de querer experimentar tudo o que vem dela: frutas, comidas, histórias, cheiros e ritos. Acredita que o jornalismo está longe de acabar e se interessa pelos formatos literário e etnográfico. A América Latina e a fotografia estão entre suas preferências, assim como a dança e o café.

Empreendedorismo criativo em cultura editorial

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Com a incorporação da Editoriarte, Babilonia se torna um dos principais polos criativos de serviços editoriais no Rio de Janeiro

Criada com o propósito de produzir conteúdo e design editorial, cultural e artístico, a Babilonia Cultura Editorial chega ao terceiro ano de trajetória com catálogo autoral de livros e a incorporação da Editoriarte, escritório de produção editorial comandado por Kátia Regina Silva.

Com profissionais experientes e reconhecidos no mercado de livros brasileiro, os sócios Michelle Strzoda – diretora editorial – e Rafael Nobre – diretor de criação –, passam a contar com Kátia na diretoria de produção. Com a fusão, a equipe se fortalece para atender com mais dinamismo e eficiência seus clientes e parceiros.

O rebranding da Babilonia apresenta o novo desenho da marca, que traduz seu reposicionamento no mercado. “Com traços mais simplificados, a nova proposta conecta o contemporâneo com a tradição. Tecnicamente, a marca ficou mais fácil de ser reproduzida e visualizada”, explica Rafael.

Livro como protagonista

Com um modelo de empreendimento híbrido – de prestação de serviço e projetos autorais –, nesta nova configuração, a Babilonia reúne 50 clientes e parceiros. A empresa consolidou parcerias para realizar projetos impressos e digitais, eventos, workshops e cursos realizados com players do ramo corporativo, cultural, editorial, como State Grid Holding Brazil, CPFL Energia, Centro Cultural Justiça Federal, Editora Senac Rio de Janeiro, Estação das Letras, Livraria da Travessa, Grupo Editorial Record, Metrô Rio, Rocco, Sextante, Zahar, Globo Livros, entre outros.

Reunindo mais de 1.500 projetos e tendo como clientes Anistia Internacional, Seleções Reader’s Digest, Intrínseca, Valentina, revista Piauí, Harlequin Brasil, a incorporação da Editoriarte à Babilonia reforça a vocação da empresa. “Sempre tive essa vontade de ampliar as possibilidades da Editoriarte. A fusão com a Babilonia representa isso: teremos frentes sólidas de trabalho em comunicação, design e cultura, de forma integrada. Nossos clientes só têm a ganhar”, avalia Kátia.

Segundo Michelle, empresas e instituições, além das de cultura e mercado editorial, têm buscado o know-how da Babilonia. “O mercado vive um momento de reoxigenação. Há novas empresas com expertises correlacionadas e perfil empreendedor, com necessidade de gerenciamento de conteúdo. Um olhar descontraído, criativo, mas ao mesmo tempo profissional e inovador. É aí que nos encaixamos”, analisa.

Territórios culturais

O tema “territórios culturais” norteia o catálogo da Babilonia. Iniciado em 2015, o projeto editorial mapeia culturas, história, memória, gastronomia, design, ficção, arte, sociedade e personagens. O ponto de partida do catálogo é o mesmo conceito da criação da empresa, uma babel de cultura e conhecimento.

Além do catálogo autoral e da expansão de atuação em empreendimentos criativos, o segundo semestre de 2015 também vem sendo trabalhado com planejamento e investimento em projetos relacionados a cultura, design e comunicação. “O Brasil não precisa de mais uma editora nos moldes tradicionais. O nosso desafio empreendedor é para além disso – passa pela consolidação de um novo modelo de negócio. Conciliamos a prestação de serviço e trabalhamos em projetos autorais com o mesmo comprometimento em gestão e produção de conteúdo”, afirma Michelle.

Com dois livros publicados, “O Africano que Existe em Nós, Brasileiros”, da designer de moda Julia Vidal [já na 1a edição revista, em novo formato e projeto gráfico], e “China made in Brasil”, das jornalistas Cibele Reschke de Borba e Cristiane Costa, os próximos lançamentos são “Quintal étnico: Cores e vibrações afro-brasileiras (Mitologia . Proteção . Moda)”, de Julia Vidal e Rafael Nobre [primeiro livro de colorir étnico com conteúdo do país], e “O Rio antes do Rio”, livro-reportagem de Rafael Freitas, jornalista da TV Globo.

Os próximos passos são o lançamento da loja virtual e de serviços voltados para selfpublishing, englobando coaching, conteúdo editorial, produção gráfica e gestão de comunicação para autores e artistas independentes.