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Quando a liberdade vira pó

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Especificações técnicas

Lançamento: Maio 2017
Autores: Pedro Madsen Andrade e Fernanda Portugal
Formato: 15,5 x 23cm
Páginas: 208
Peso: 400g
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-66317-16-9

Como as drogas levaram um jovem empresário ao submundo das cadeias do Rio de Janeiro

Foi em celas imundas e sem qualquer manutenção, superlotadas de homens em total ociosidade, acusados de estupro, assassinato e tráfico de entorpecentes, que Pedro – um jovem de classe média em tratamento contra a dependência química – viu circularem livremente cocaína, maconha e celulares. Foi nesse ambiente hostil e miserável do Complexo de Gericinó, porém, que Pedro encontrou significados para a própria vida, até então entregue às drogas e à paixão turbulenta por uma mulher.

Neste livro, a história de Pedro é o fio condutor de um relato eletrizante sobre as mazelas do sistema carcerário do estado do Rio, onde estão desde simples assaltantes até os grandes chefões do tráfico e, mais recentemente, políticos de alto escalão investigados por esquemas de corrupção.

“Nada é mais atual do que a realidade das prisões, relatada sem nenhum exagero e, por isso mesmo, matéria-prima para mudar o que jamais deveria existir. Este livro deveria ser leitura obrigatória para o ingresso na magistratura e no Ministério Público. Só poderia tomar posse nessas funções o candidato que tivesse lido esta reportagem/romance/denúncia e revelasse o seu grau de emoção diante dos fatos descritos de forma limpa e delicada. Pensando bem, depois de conviver com esta fantástica história, acho que li um livro de amor.” – Técio Lins e Silva, advogado criminal e presidente nacional do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB).

PEDRO MADSEN ANDRADE foi criado com amor e conforto em uma família de classe média carioca. Deu trabalho aos pais, mas quase nada que fugisse ao script da adolescência. Aos 27 anos, viu-se arrebatado pela paixão por uma mulher. Com o coração numa gangorra, logo começou outro relacionamento sério – desta vez, com a cocaína. Passou a cheirar sem freios, mesmo ao volante. De empresário se tornou presidiário. Hoje, Pedro trabalha com aconselhamento em dependência química e palestra sobre sua experiência transformadora na prisão, além de ser graduando em psicologia e teologia, e se dedicar ao estudo de filosofia e antropologia.

FERNANDA PORTUGAL decidiu ser jornalista por gostar de escrever. No último ano na UFRJ, em um estágio no Jornal do Brasil, se apaixonou pela reportagem policial. Foi repórter e editora de O Dia, nas editorias de Cidade, Saúde, Internacional e Meio Ambiente. Com reportagens ligadas a segurança pública e direitos humanos, ganhou três vezes o prêmio SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa).