O africano que existe em nós, brasileiros

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Especificações Técnicas
Lançamento: Junho 2015
1ª edição revista
Autora: Julia Vidal
Tema: Moda e design afro-brasileiros
Formato: 14 x 19cm
Páginas: 128
Peso: 249g
Ilustrações: 29
Acabamento: Brochura + sobrecapa/pôster + adesivos
ISBN: 9788566317091
Coedição: Fundação Biblioteca Nacional

Este livro transcende a cultura africana em cores, histórias, costumes e desenhos estampados no comportamento e vestuário dos brasileiros. Com texto, criações de moda e famílias tipográficas assinados pela designer de moda Julia Vidal, este livro busca identificar as raízes africanas na cultura brasileira, tendo como fio condutor a arte africana e sua influência na moda e no design afro-brasileiros. “O africano que existe em nós, brasileiros” tem o propósito de valorizar a expressão cultural das raízes africanas no Brasil, refletidas em nossas representações artísticas.

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JULIA VIDAL (Rio de Janeiro, 1980) é descendente de africanos, indígenas e europeus. Graduada em Comunicação Visual pela EBA|UFRJ e com sua brasilidade acentuada após dois anos de graduação em Diseño Gráfico na Universidad de Buenos Aires, Julia retorna ao Brasil com olhar apurado para maior percepção das culturas africanas e indígenas no design brasileiro. Esta trajetória se fortalece com a pós-graduação em História África–Brasil, Laços e Diferenças, na Universidade Católica de Petrópolis e com cursos técnicos em design de estamparia pelo Senai e Senac. A atuação com moda começou em 2005 com a grife afro-brasileira Balaco, que recebeu seu nome após dez anos de pesquisa em design para etnias indígenas. Desfiles no Rio de Janeiro, em Bogotá e Londres abriram espaço para Julia assinar figurinos de TV, em palcos e eventos brasileiros, e em desfiles de moda como o Fashion Rio. É reconhecida como designer sustentável que celebra a herança cultural na campanha mundial Make the Future, da Shell Live Wire. “O africano que existe em nós, brasileiros” é seu primeiro livro.

“Para entender como uma identidade cultural se transformou em moda, precisamos resgatar de onde nasceu seu primeiro desenho, o traçado inicial. Foi através da escrita, de símbolos com múltiplos significados, que comecei este trabalho de documentar a origem estética da identidade brasileira, materializado no design de moda. Analisar a simbologia e a maneira de se comunicar de etnias africanas me proporcionou entender um pouco mais a minha cultura. A partir daí, busquei identificar formas e ritos que fazem parte do nosso cotidiano, para sabermos separá-los, a fim de identificar sua origem – se africana, indígena ou portuguesa. Mas o resultado dessa mistura é uno, é brasileiro.” (p. 15)

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