China made in Brasil

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Especificações técnicas

Lançamento: Abril 2015
Autoras: Cristiane Costa e Cibele Reschke de Borba
Tradução: Ana Qiao Jianzhen e Yuan Aiping
Idiomas: Português-Chinês
Temas: Relações internacionais, cultura, gastronomia, economia, empreendedorismo, geografia, turismo, reportagem
Formato: 23 x 28cm
Páginas: 208
Peso: 1.070g
Acabamento: Capa dura
ISBN: 9788566317039

China e Brasil, a segunda e a sétima maiores economias do mundo, estão na ponta dos BRICS, grupo de países emergentes que inclui ainda Rússia, Índia e África do Sul. Hoje a China já é o maior parceiro comercial do Brasil e também seu maior investidor. Ainda assim, o desconhecimento do brasileiro comum sobre a história, a cultura, a gastronomia, as belas paisagens, a economia e os avanços tecnológicos chineses é grande. Apesar da curiosidade que o Império do Meio desperta, a distância geográfica, os caracteres da língua e a diferença de costumes afasta brasileiros e chineses.

As relações entre Brasil e China começaram bem antes da formação dos BRICS. Os dois países continentais mantêm laços há dois séculos, desde o tempo em que o Brasil era um império. Foram completados duzentos anos do primeiro registro oficial de imigrantes chineses para o Brasil. Calcula-se que haja cerca de 6 mil brasileiros vivendo na China e em torno de 250 mil chineses vivendo no Brasil. Hábitos, clima e cultura diferentes não impedem que cada vez mais os dois países se admirem e busquem pontos em comum, seja no comércio ou no turismo, no desenvolvimento tecnológico ou na arte. “China made in Brasil” é uma tentativa de diminuir essa distância e uma homenagem aos homens e mulheres que cruzaram meio mundo para se estabelecer lá e cá, criando uma ponte entre os dois países.

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CRISTIANE COSTA é professora e coordenadora do curso de Jornalismo da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi repórter da revista “Veja” e subeditora de Internacional do “Jornal do Brasil”. É autora de cinco livros, entre eles “Pena de aluguel: Escritores jornalistas no Brasil”, premiado com a Bolsa Vitae de Literatura; e “Sujeito oculto”, premiado com a Bolsa Petrobras de Produção Literária. É pesquisadora do pós-doutorado do Programa Avançado de Cultura Contemporânea (Pacc) da UFRJ.

CIBELE RESCHKE DE BORBA é repórter da “Veja Rio”, formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Estudou também nas universidades Shanghai Jiao Tong, em Xangai, China, e na Sorbonne Nouvelle, em Paris, França. Já trabalhou no Centre de Formation et de Perfectionnement des Journalistes, em Londres, na revista “Você S/A” e no canal de TV GloboNews.

“Quando imigrados, os chineses não cortam os vínculos com sua terra ou com as pessoas com as quais mantinham relações. Acabam, assim, formando uma rede transnacional pelas quais podem circular em busca de melhores oportunidades. Muitos dos chineses radicados atualmente, por exemplo, na rua Vinte e Cinco de Março, em São Paulo – região de intenso movimento comercial, uma das maiores e mais conhecidas do Brasil – seguem este modelo e trazem parentes e conterrâneos para trabalhar em seus pequenos negócios, como lojas e lavanderias. Isso faz com que uma das principais características dos imigrantes chineses no final do século XX não seja tanto seu enraizamento, mas sim sua mobilidade. […]

No século XXI, muito mais que de pessoas, a ‘imigração’ é de capitais. ‘Se os primeiros que chegaram ao Brasil eram trabalhadores semiescravizados, hoje eles são executivos engravatados’, pondera o professor de Língua e Literatura Chinesa da Universidade de São Paulo Antonio José Bezerra de Menezes Jr.” (p. 58)

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